terça-feira, 31 de agosto de 2010

E Se... Inconscientemente...

Eu te amo. Mas, e se, inconscientemente, eu quiser te matar? Acontece... E se, você não me amar, eu te mato dentro de mim.

Ok, eu não te amo. Mas, talvez, inconscientemente, eu te deseje. Desejo sua boca vermelha e passo a passo vê-la ficando roxa. E seca. Quereria sua pele quente e fria, suada. E quero te abraçar de lingerie vermelha, ouvindo você sussurrar suas loucuras, meus sonhos, ao pé do meu ouvido.

Minhas vontades são fantasias maquiadas. Meus medos são meus maiores desejos. E não ando temendo nada. A não ser as grandes paixões.

Desejos, desejos... Palavras e associações. Piadas maldosas de canto de boca e sorrisos desvairados no meio da escuridão. Quero acordar nu com você ao meu lado. Auto-realizações. Auto confiança, Auto-Tudo.

É que, no fundo, eu não sei o que sou; o que quero, por que quero e porque faço. E para quem eu o faço. No fundo mesmo, eu só queria fazer sentido. E não faço.

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Tentativa nº 3 de se escrever....

Pela 3ª vez, caneta na mão e uma folha em branco na frente. As outras duas enfeitam agora o chão do meu quarto, perto da lixeira. É, eu errei...

Espero não errar de novo. Na verdade, espero não ter que jogar fora esse texto. Ou esse projeto de texto. Enfim...

Na melhor das intenções em se acertar, começo tentando não cometer os mesmos erros. Como nos relacionamentos, onde procurei corrigir nos novos, os erros cometidos nos anteriores. Resultado: Deixei de me relacionar...

Não é engraçado. Ou até é. E eu estaria rindo se fosse com você. E esclareço, parei não por achar que é um erro relacionar-se, é que descobri que errar é parte fundamental de um bom relacionamento. Mas, minha razão não me permite errar.

Isso não é um discurso de supremacia da razão. É o desabafo de um covarde. Meu coração é sereno e sorridente, leve... e não tenho (mais) coragem de colocá-lo para viver. Minha razão é fria, calculista, sarcástica e covarde. Me cerca, me fecha e me cega. E, cego, não vejo mais o brilho nos olhos das pessoas... e sem o brilho, não vejo mais as pessoas.

Protegido de qualquer dor, não me permito arriscar, errar não entra em meu vocabulário. Sem correr riscos, sobrevivo de arroz-feijão-e-água. De sentimentos simples, pouca entrega, pouco prazer.

Meu medo e meus calos, minhas feridas e a frouxidão de quem ama ( e de quem tentei amar) alimentam, pouco a pouco, minha razão, minha solidão.

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Um infinito de emoções.
Duas pessoas, um coração.
Dois caminhos,uma escolha.
Certa ou errada?



Sinto sua falta...