sexta-feira, 13 de março de 2009

Rabisco

Ainda hoje eu dizia que nada que seja bom, precisa de explicação. Como sei que esse texto ficou ruim, explico ele. é um golpe, uma ilusão. Para que quando acabar de ler você pense: aquela introdução destruiu o texto. E assim, eu seja apenas alguem que não sabe colocar "intro" em seus textos, e me sinta um pouco melhor, achando que ao menos finjo escrever algo, no minimo, "mais-ou-menos."



Ah, esqueci do texto...

domingo, 8 de março de 2009

Texto

Imagine-se sentado. É uma praça, dessas pacatas. Praças pacatas de cidades pacatas do interior. Mas essa praça está perdida, no meio da capital. Você esta sentado. Sente e curte tudo ali, modernamente morto. Aquela brisa úmida que passa por entre as árvores e leva seus problemas. E você pensa... o que fazer?
É sábado, você esta só. Não sente saudades. A praça é linda, e traz sensações ótimas. Mas você não sabe com quem compartilharia isso. Não há nada. Não há ninguém. Você olha ao seu redor e percebe, não há praça. Não há nada de pacato. Você está sentado em um ponto de ônibus abarrotado, respirando fumaça da capital. Aquela brisa úmida que você sentia, é de alguém ali perto lavando a calçada. Agora há medo. Acordara de um sonho. Sonhos que se repetem. Falta alguém... Alguém na sua vida.
Alguém que você não conhece, mas você sabe que existe. Você já até a viu em seus sonhos. Conhece o brilho do seu olhar faceiro, e sonha com o timbre de sua voz.
Essa é a pessoa com quem você gostaria de dividir seus sonhos. E você volta a se sentar na praça, joga pipoca aos pombos.
A vida lá fora é suja. A vida lá fora não é vida.
Viver “é” não ter a vergonha de ser Feliz.
Sentado na praça, esperando ela chegar. Sentado na praça você está vivo.
Bem Vinda a minha praça.